AFETO E CONHECIMENTO NÃO SE GUARDAM: SE DIVIDEM!

Com essa ideia, Eduarda Pinto da Cruz e Telma Lucia Pinheiro de Melo, resolveram criar um Centro de Estudos que pudesse dividir o conhecimento e a experiência no campo profissional do Direito.

Não faz muito tempo em que havia necessidade de se passar horas na biblioteca para obter um mínimo de conhecimento.  Na contemporaneidade, contudo, basta pedir ao Google que, em décimos de segundo, milhares de respostas aparecerão no visor da tela. Se por um lado não há mais necessidade de se ficar horas na biblioteca; por outro, não se sabe ao certo como filtrar tanta informação. Conhecimento e informação são conceitos que andam juntos, mas distintos. Correto, portanto, Sócrates, quando ainda na Grécia Antiga dizia: “Só sei que nada sei”.

O pensamento está sendo cada vez mais influenciado pela tecnologia. Há uma nítida crise de atenção, pois concentrar-se e dedicar-se por longas horas ao estudo é uma missão que se distancia da realidade atual.

Essa realidade, por óbvio, não poderia deixar de fora o universo jurídico, que exige, a cada dia, um diálogo constante e aprofundado com outros campos do saber, além de uma reflexão mais aprofundada dos fenômenos da vida.

Diante dessas premissas, surgiu a ideia da criação de um espaço dedicado às atenções jurídicas, de reflexões e constantes atualizações.

Para a materialização dessas metas foi convidado o Professor Leonardo Dias Borges, que com a sua larga experiência acadêmica e profissional, como professor de graduação e pós-graduação há mais de 25 (vinte e cinco) anos e Desembargador pelo mesmo tempo, se propõe a ajudar na gratificante tarefa de dividir o conhecimento e o afeto.

Com isso surgiu o “CENTRO DE ESTUDOS JURÍDICOS PLENO JURIS” ou simplesmente PLENO JURIS, que se vale da mais contemporânea tecnologia do mundo virtual, utilizando-se de diversas ferramentas como instrumentos para se chegar ao saber, além dos encontros presenciais.

Convidamos você a fazer parte de nossos momentos de reflexão.

E lembrem-se que entre a incerteza e a esperança do mundo contemporâneo, fique com esta última, já que a humanidade sobrevive e avança porque todos nós temos a crença de que o amanhã será melhor.